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Como o e-commerce pode ajudar os pequenos varejistas em tempos de isolamento social



No atual momento em que o país e o mundo vivem uma pandemia do Covid-19 o comércio eletrônico vai minimizar as perdas da economia no país e ajudar os pequenos varejistas a continuarem vendendo

Com o atual cenário de isolamento social e retração social econômica no Brasil e no mundo vemos a importância da inserção do comércio eletrônico para os pequenos varejistas.


As entregas de mercadorias estão ocorrendo normalmente pois os Correios são considerados um serviço essencial.

Os impactos da pandemia do novo coronavírus já começaram a ser sentidos pelo varejo brasileiro segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC). O avanço do novo coronavírus no Brasil levou ao fechamento do comércio e shoppings em todo o país. A decisão, apesar de trazer impactos profundos a economia, é fundamental para diminuir o avanço da doença. É Estimado que o setor de serviços e comércios seja impactado negativamente em mais de R$ 100 bilhões nos próximos meses segundo a CNDL. Um estudo da consultoria internacional Kantar coletou dados de forma online de mais de mil empresas no período entre 6 e 9 de fevereiro de 2020 na China , inclusive na região de Hubei, epicentro da crise, para compreender como a população tem se comportado. O levantamento demonstrou que durante este período, a forma e as prioridades de consumo também sofreram mudanças importantes, com forte redução de compras em lojas físicas e o aumento das compras online. Como é preciso passar o maior tempo dentro de casa, a maioria da população da China têm usado as plataformas de E-commerce para abastecer as prateleiras. Os números já sinalizam uma grande retração econômica, mas não se pode dizer que a economia está 100% parada. Consumidores de 12 países disseram que estão realizando mais compras de produtos pela internet, inclusive de produtos que normalmente fariam nas lojas físicas, como legumes e frutas, por conta do isolamento social. Entre fevereiro e março de 2020, o crescimento das compras online foi de 23% nos Estados Unidos, 27% na Rússia, 31% na Itália e 18% no Reino Unido. Os três países onde a mudança de hábito ficou mais evidente são o Vietnã (57%), Índia (55%) e China (50%). O levantamento online foi desenvolvido pela Ipsos entre os dias 12 e 14 de março de 2020 e contou com a participação de em torno de 12 mil pessoas, com idades entre 16 a 74 anos. A margem de erro é de 3,5 p.p.

No Brasil os consumidores que decidiram evitar contatos mais diretos com outras pessoas para se proteger do novo coronavírus estão realizando mais compras pela internet. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico informa que lojas virtuais tiveram alta de mais de 180% em transações. Na primeira quinzena do mês de março de 2020, foi registrado aumento de 30% a 40% nos pedidos online comparado ao igual período do ano passado, segundo entidades do setor. Segundo dados do Compre e Confie, empresa do grupo ClearSale que trabalha com inteligência de mercado e atua no ramo de antifraude para e-commerce, a alta das vendas totais foi de 40% nos primeiros 15 dias do mês de março. Em especial aos itens relacionados a saúde que tiveram um crescimento de 124%. Todos esses dados são comparados com o mesmo período nos anos de 2018 e 20189, segundo André Dias, diretor executivo da empresa e coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net, principal entidade multissetorial da América Latina. Alimentos e bebidas tiveram alta de 30% e eletrodomésticos de 37%. Todos esses dados demonstram de forma factível que o comércio eletrônico é um aliado aos pequenos varejistas em tempos de isolamento social.


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